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Ontem (19/6), o Brasil assistiu atenciosamente ao depoimento do nosso colega Francisco Eduardo Cardoso Alves perante a Comissão Parlamentar de Inquérito instaurada pelo Senado Federal para apurar as medidas de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus adotadas pelo Poder Público.
Durante sua exposição, Francisco Cardoso – nosso ilustre representante desde 2015 – destacou o importante papel dos Médicos no combate à grave crise sanitária que assola o planeta e defendeu a necessidade de reconhecer o conhecimento e de resguardar o posicionamento técnico desses profissionais.

Na condição de Médico Infectologista, Francisco Cardoso asseverou a importância de segregar completamente os aspectos políticos e científicos no confronto à doença, de modo a otimizar o salvamento das vidas nesse momento de calamidade.
“Precisamos retirar juízes, políticos e jornalistas da sala de emergência e deixar os médicos tratarem seus pacientes de acordo com as suas convicções éticas e técnicas”. Essa fala do colega Francisco densifica o postulado central da Medicina e ressoa como um grito de independência e de autonomia vital para todos aqueles que juraram dar a sua vida para salvar seus pacientes.
Como não poderia deixar de ser, Francisco Cardoso se identificou como Perito Médico Federal e fez questão de ressalvar o importantíssimo papel desempenhado pela Carreira que integra. Além de discorrer sobre questões específicas do novo coronavírus, trouxe o grave impacto que essa moléstia tem causado na esfera laborativa das pessoas, configurando a maior causa de afastamento por incapacidade temporária no atual momento.
“Desde quando conheci o meu amigo e parceiro, Francisco, sempre admirei bastante a forma aguerrida como encarava as pautas da Perícia Médica, da Medicina e da sociedade como um todo. Sua defesa incansável por prerrogativas e por autonomia e seu esforço infinito pela defesa dos colegas o classificam como um dos maiores expoentes da área na atualidade. O seu depoimento à CPI da Pandemia apenas serviu para mostrar a toda população brasileira as qualidades que todos os seus pares já conheciam há décadas”, destaca Luiz Carlos de Teive e Argolo, Presidente da ANMP.
Enquanto Francisco Cardoso ocupar espaços de relevância e representatividade na Perícia Médica Federal e na Medicina brasileira, os honrosos profissionais médicos continuarão sendo cada vez mais reconhecidos e estarão protegidos contra os ataques dos oportunistas que tentam fragilizar o nosso valioso ofício.
Nessa data, nos cabe agradecer imensamente ao nosso Vice-Presidente e lhe prestar as nossas mais sinceras homenagens.
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Diretoria da ANMP




